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Por que você PRECISA pensar na experiência?

  • Foto do escritor: Rayssa de Oliveira Rufino
    Rayssa de Oliveira Rufino
  • 24 de mar.
  • 4 min de leitura

Como um bom design do seu app, sistema ou site impacta o seu negócio


Mulher encarando o celular com frustração



Você abre um aplicativo. Está buscando por uma informação muito específica. A internet está um pouco lenta nesse lugar da cidade e o prédio onde você se encontra dificulta ainda mais a conexão. A recepcionista está te esperando, não com muita paciência. Ao menos ela tem um pouco mais de paciência do que a pessoa que está atrás de você, na fila. Você sente essa pressão vinda de ambos os lados, o que só te dificulta de encontrar a informação que você precisa. Você abre o navegador para conferir onde pode encontrar essa informação no aplicativo. Após seguir as instruções você até encontra o que precisava, mas sabe, lá no fundo, que não encontraria sem esse auxílio da busca. Nisso você consome seu tempo, o tempo da recepcionista e o da pessoa atrás de você. Você se sente mal de não ter encontrado aquela informação facilmente. Será que você desaprendeu a usar seu celular? 


Imagem ilustrativa para uma má experiência do usuário


Quando você utiliza um site ou aplicativo, invariavelmente ele estará inserido em um contexto, seja o ambiente em que vocẽ se encontra, as palavras que usa no dia a dia, as experiências que você já teve em outros momentos da vida, os símbolos que você reconhece, entre outros. A experiência não é só o que acontece na tela. 



Diferente de computadores, as pessoas são muito mais complexas e envoltas de emoções dos mais diferentes tipos. No caso mencionado anteriormente, a frustração com certeza foi uma emoção que surgiu naquele momento. Quem sabe também a raiva, a vergonha, o incômodo, a pressão, o constrangimento. Quando pensamos no software, pensamos também em quem o utilizará. É aí que surge o design centrado no humano, profundamente ligado à experiência do usuário. 


Esse tipo de design tem como objetivo construir um produto que atenda às pessoas de forma mais eficiente, intuitiva, simples e compreensível. Queremos atender às necessidades dos usuários e, consequentemente, facilitar a vida de cada um. Vida esta que existiu e funcionou muito bem, mesmo antes das plataformas e dispositivos mais modernos. Os produtos digitais só ganham sentido à medida que acrescentam algo a essa pessoa e facilitam algum processo pelo qual ela passa. Em outras palavras, o desenvolvimento de produtos digitais só faz sentido quando resolve problemas ao invés de criar novos obstáculos. Enquanto progredia em meus estudos em um curso de UX design, me deparei com a questão: como o design de experiência resolve problemas? Inspirada por esses aprendizados, suponho que eu delimitaria esse processo com algumas etapas.


Em primeiro lugar: Entenda o problema. Muitas vezes é fácil reconhecer que um problema existe. Existe incômodo, falta de eficiência, lentidão de processos. Porém nem sempre isso significa que a fonte do problema está clara, muito menos sua solução. É comum que o primeiro diagnóstico, baseado em impressões, não seja o mesmo daquele que posteriormente é feito, se baseando em dados. A pesquisa e a seriedade dos processos é de extrema importância para o trabalho do UX designer. Não é por que tratamos de pessoas que não devemos ser metódicos e sistemáticos nas decisões que tomamos. 



Isso nos leva para um segundo ponto: Usuário, usuário e usuário. Quando falamos de pesquisa, muitas vezes nos referimos a ir de encontro ao usuário e a ouví-lo, com todas as suas impressões, experiências e situações nas quais seu produto é utilizado. Como fazemos produtos para e pelos usuários, devemos considerar suas opiniões, obstáculos e sugestões para que possamos fazer primeiro um bom diagnóstico do problema e, em seguida, uma boa solução. Isso só pode ser feito quando chegamos a um terceiro ponto: o olhar sistêmico acerca de nosso produto.

Imagem ilustrativa de dois personagens falando sobre o usuário final de um projeto

Por olhar sistêmico, me refiro a encarar este produto conectado a tudo que o envolve. Olhamos para o usuário, para soluções semelhantes à nossa, para nossos acertos e erros… Enfim, não podemos encarar os problemas desconectados do contexto em que eles acontecem. Até mesmo os detalhes podem nos revelar informações importantes acerca do nosso produto. 


E não se esqueça, mesmo depois de implementar uma solução, continue testando e refinando seu produto. O tempo passa, as pessoas mudam, e nossos programas devem acompanhar essas mudanças. Além disso, dificilmente sua primeira ideia será a mais adequada possível. Existe sempre espaço para mudanças e para melhorias. Em especial, existe sempre espaço suficiente para a simplificação dos processos. Por simplificação, não me refiro a retirar a complexidade inerente das coisas, mas sim a tornar essa complexidade organizada, compreensível e acessível, para que enfim não ofereçamos ao usuário mais um problema a ser resolvido.


Esses são apenas alguns dos pontos que envolvem um bom design. Existem muitas outras complexidades que exigem um olhar treinado e um trabalho munido das ferramentas certas para a resolução dos problemas. Investir em um software personalizado e em um trabalho bem feito no design da experiência é um compromisso com seu cliente e um sinal de que você realmente o valoriza.


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